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NEOENERGIA AUMENTA RECEITA E LUCRO EM 2014

 
A Neoenergia teve um crescimento 8,2% no seu Ebtida (R$2,3 bilhões) em 2014, lucro líquido de R$ 602 milhões e crescimento de 16,8% na receita operacional líquida, (R$12,2 bilhões), segundo reportou Vanessa Vollet, gerente de Relações com Investidores da companhia, em apresentação na Apimec MG.
 
De acordo com a executiva, o grupo, que controla as distribuidoras Celpe, Coelba e Cosern e possui 10,3 milhões de consumidores nos estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, investiu no ano passado R$3,8 bilhões em geração, distribuição e transmissão. O número de clientes cresceu 3,5%, com o ingresso de 346 mil em relação ao ano anterior.
 
Ao longo do ano passado, a Neoenergia totalizou um volume de 37.360 GWh de energia distribuída, o que representou um crescimento de 4,57% em relação a 2013, mais do dobro do acréscimo na produção brasileira.
 
Entre os principais investimentos em geração está a Usina Hidrelétrica de Teles Pires, situada entre os estados de Mato Grosso e Pará, a décima maior usina em potência instalada do país e que representará um acréscimo de 1.820 megawatts no sistema brasileiro.
 
Em 2014, a Neoenergia arrematou seis parques em leilões promovidos pela Aneel, aumentando sua capacidade de geração de energia por meio de dezesseis parques nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Bahia. A potência instalada total da geração eólica será de 231 MW quando esses investimentos entrarem em operação.
 
A empresa inaugurou, ano passado, a primeira usina solar fotovoltaica de Fernando de Noronha. Com potência instalada de 400 kWp (quilowatt-pico), tem uma geração estimada de 600 MWh/ano, ou cerca de 4% do consumo do arquipélago. Uma segunda usina solar está sendo construída pela empresa na ilha, em parceria com o Governo de Pernambuco.
 
Conforme afirmou a gerente de RI da Neoenergia, a companhia teve sempre o objetivo de alongar e reduzir o custo das dívidas de suas subsidiárias. Em junho de 2014, 84,89% da dívida contabilizada era de longo prazo e 15,11% de curto prazo, sendo 46,9% baseada em CDI e 38,3% em TJLP, incluindo empréstimos, debêntures e encargos
 
A dívida total, nesse mês, registrava R$ 7,4 bilhões (dívida líquida R$ 6,6 bilhões) apresentando um crescimento de 3,87% em relação a dezembro 2013. Em 30/06/2014 o prazo médio da dívida consolidada era de 4,7 anos e a duração era de 3,5 anos.
 
No ano passado, a agência Standard & Poor's reafirmou os ratings de crédito corporativo atribuídos à Neoenergia e às suas controladas Coelba, Celpe e Cosern BBB- na Escala Global e brAAA na Escala Nacional Brasil.
 
16/04/2015

 
 
 
 
 

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