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VALE: RECORDES DE PRODUÇÃO E FOCO NA REDUÇÃO DE CUSTOS

 

Em apresentação na Apimec MG, o diretor de Relações com Investidores da Vale, Rogério Nogueira, informou que a empresa bateu recordes de produção de minério de ferro, níquel, cobre e ouro no primeiro trimestre de 2015, o maior volume para os três primeiros meses do ano na história da companhia.

De acordo com o executivo, o foco do desempenho da Vale está na diversificação de frentes de trabalho, baseada no aumento dos seus volumes de produção e da produtividade, na racionalização de projetos, endividamento estável baseado em menores custos, disciplina na gestão do capital e do portfólio da empresa.

A produção de minério de ferro foi de 74,5 milhões de toneladas no 1T15, sendo 27,5 milhões somente em Carajás. Já a produção de níquel foi de 69.200 toneladas no período e as de cobre e ouro alcançaram 107.200 t e 103.000 oz., respectivamente, marcando também novos recordes históricos de produção.

No primeiro trimestre deste ano, a receita bruta da companhia alcançou US$ 6,3 bilhões redução de US$ 2,8 bilhões em comparação com o 4T14. A redução sazonal nos volumes de venda e menores preços de commodities causaram uma diminuição na receita em US$ 1,3 bilhão e US$ 1,5 bilhão, respectivamente.
Segundo o relatório da Vale, custos e despesas, líquidos de depreciação, diminuíram US$ 2,1 bilhões no 1T15 em comparação com o 4T14 e US$ 561 milhões no 1T15 em comparação com o 1T14. Os custos foram reduzidos em US$ 1,5 bilhão e US$ 392 milhões quando comparados com o 4T14 e 1T14, respectivamente.
 
O Ebtida ajustado foi de US$ 1,6 bilhão, ficando 26,7% abaixo do 4T14, principalmente como resultado de menores preços e redução sazonal de volumes de venda que tiveram um impacto negativo nesse indicador de US$ 1,5 bilhão e US$ 480 milhões, respectivamente. 
 
Os investimentos alcançaram US$ 2,2 bilhões no 1T15, redução de US$ 377 milhões quando comparados ao 1T14. Os investimentos da Vale em execução de projetos totalizaram US$ 1,5 bilhão, representando uma diminuição de US$ 318 milhões no 1T15 contra 1T14 enquanto os desembolsos para investimentos correntes totalizaram US$ 694 milhões, representando uma diminuição de US$ 59 milhões no 1T15 em comparação com o 1T14. A tendência é de melhora no Capex para os próximos trimestres.
 
Desinvestimentos e parcerias representaram US$ 1,0 bilhão em caixa no 1T15, com US$ 900 milhões relativos à venda de 25% adicionais do ouro extraído em Salobo como subproduto de cobre e US$ 97 milhões recebidos como resultado da venda de 49% da participação da Vale na usina hidroelétrica de Belo Monte.
 
O prejuízo líquido foi de US$ 3,1 bilhões no 1T15, principalmente devido ao impacto não caixa causado pela depreciação de 20,8%, trimestre a trimestre, do real brasileiro (BRL) contra o dólar americano (USD), passando de 2,66 para 3,21 BRL/USD. Essa depreciação no trimestre causou uma perda de US$ 3,0 bilhões na diferença dos US$ 21,4 bilhões de dívida em dólar e os ativos denominados em USD e uma perda de US$ 1,2 bilhão nos US$ 7,6 bilhões de dívida e obrigações futuras de juros convertidos para USD através de derivativos de forward de swap.
 
A dívida bruta diminuiu em US$ 320 milhões em relação à dívida em 31 de dezembro de 2014, alcançando US$ 28,4 bilhões em 31 de março de 2015, apoiada pelos desinvestimentos de US$ 1,0 bilhão. A dívida líquida alcançou US$ 24,8 bilhões com posição de caixa de US$ 3,6 bilhões antes da distribuição de US$ 1 bilhão em dividendos pagos em 30 de abril de 2015. A média do prazo da dívida foi de 8,7 anos com um custo médio de 4,46% por ano.

 
 
 
 
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