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LUCRO DO BRADESCO CHEGA A R$8,7 BILHÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE

 
Em apresentação na Apimec MG, ontem, o Bradesco anunciou um lucro líquido ajustado de R$8,7 bilhões no primeiro semestre de 2015, uma variação de 20,6% em relação ao resultado do mesmo período de 2014. Esse lucro corresponde a uma rentabilidade de 21,9% sobre o patrimônio líquido médio ajustado e a R$3,35 por ação.
 
Segundo informou o diretor de Relações com Investidores do banco, Luiz Carlos Angelotti, o lucro é composto de R$6,2 bilhões provenientes de atividades financeiras (70,8% do total) e por R$2,5 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 29,2% do total.
 
A margem financeira de juros atingiu R$26,6 bilhões, apresentando crescimento de 17,8% em relação ao primeiro semestre de 2014. Já o índice de inadimplência superior a 90 dias chegou a 3,7% no final de junho passado.
 
O índice de eficiência operacional em junho de 2015 foi de 37,9%. Já as receitas de serviços evoluíram 11,8% em relação ao primeiro semestre do ano passado. As despesas operacionais cresceram 6,1% no primeiro semestre de 2015 no comparativo anual, 2,8 p.p. abaixo da inflação (IPCA em doze meses).
 
De acordo com o relatório apresentado aos associados da Apimec MG, os ativos totais do Bradesco atingiram R$1,0 trilhão no final de junho de 2015, evolução de 10,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a carteira de crédito expandida totalizou R$463,4 bilhões, superior em 6,5% em relação ao primeiro semestre de 2014.
 
As ações do banco, durante o primeiro semestre de 2015, tiveram volume médio diário de negociação atingindo R$604 milhões, superior em 11,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado, principalmente, pelas negociações de ADRs na bolsa de Nova York.
 
No primeiro semestre de 2015, foram destinados R$2,9 bilhões ao pagamento a acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio e dividendos, equivalentes a 35,1% do lucro líquido apurado no exercício. Considerando a dedução do imposto de renda na fonte, o percentual foi de 31,5%.
 
No segundo trimestre deste ano, o  Bradesco, considerando todos os bancos de capital aberto no Brasil, teve o terceiro maior lucro da história, atrás apenas dos resultados do Banco do Brasil, em 2013, e do Itaú Unibanco, em 2014, segundo levantamento da consultoria Economática.
 
De acordo com relatório do próprio banco, o lucro líquido do segundo trimestre de 2015 manteve-se em linha com o apresentado no trimestre anterior, decorrente do crescimento no faturamento; da redução do índice de sinistralidade; da melhora no índice de eficiência administrativa; e compensado, em parte, pela redução no resultado financeiro.
 
O índice de inadimplência, dos pagamentos com atraso superior a 90 dias, apresentou aumento, principalmente, de acordo com o banco, em função da desaceleração da atividade econômica, que impactou o crescimento da carteira de crédito.
 
Em junho de 2015, a carteira de crédito expandida da instituição totalizou R$ 463,4 bilhões. No trimestre, a pessoa física apresentou crescimento de 1,0% e as grandes empresas, de 0,9%, enquanto as micros, pequenas e médias empresas registraram recuo de 2,7%.

 
 
 
 
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