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Indústria química israelense instala filial no Ceará
 
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A empresa israelense AVCO, referência mundial na fabricação de produtos químicos para os setores têxtil, de tintas, mineração, detergentes e papel, inaugurou ontem a filial para a América do Sul no Distrito Industrial de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Com mais nove unidades espalhadas em países como o México, Egito, Vietnã, Etiópia, Portugal, Turquia, Guatemala, Inglaterra e Estados Unidos, além da sede em Israel, o grupo AVCO investiu US$ 20 milhões na fábrica brasileira, que terá o nome AVCO Polímeros do Brasil e entrará em operação a partir de hoje, 2.

Segundo David Baecker, CEO da unidade brasileira, uma das razões da instalação da empresa no Nordeste é evitar a grande concorrência com outras empresas do ramo, no Sul do País. Iniciando com 50 funcionários, ele diz que a capacidade instalada atual é de 30 mil toneladas/ano, produção que deverá dobrar com a expansão da unidade, no próximo ano. O número de pessoal empregado também subirá para 200 funcionários. "Essa é a nossa fábrica mais moderna, tecnologicamente, fora de Israel. Nosso objetivo, além de atender às indústrias locais, é desenvolver novos produtos e exportar para toda a América do Sul", afirma David.

Menos custos
O presidente da Vicunha Têxtil, Ricardo Steinbruch, que intermediou a vinda da AVCO para o Brasil, diz que a presença de uma empresa de produtos químicos que forneça para o setor têxtil, no Ceará, permitirá a redução de custos da ordem de 10%, para as empresas do setor, que eram obrigadas a comprar seus insumos das empresas de São Paulo. "Soluciona o nosso problema de capital de giro e teremos economia com o tempo de logística e com o custo para viagem e estocagem", acrescenta.

Steinbruch comemora a solução de um problema da cadeia têxtil, no momento em que o setor sofre com a concorrência estrangeira e que levou as indústrias desse ramo a serem a principal causa da queda da produção industrial do Ceará, em 2011. "Hoje, a nossa principal dificuldade é a importação de produtos subsidiados de países como a China, por exemplo, numa concorrência desleal. Estamos lutando junto ao Governo para que isso seja resolvido", afirma.

Para o embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad, a instalação de uma empresa israelense no Brasil é uma "expressão da boa relação entre os dois países". Ele diz que o melhor veículo para reforçar uma amizade entre estados soberanos é através da relação econômica. "E, no setor químico, Israel é líder mundial em inovação". Eldad acrescenta que o ministro da Integração Nacional esteve em Israel, há dois meses, para discutir programas de cooperação entre Israel e o Nordeste brasileiro, incluindo o Ceará. "Isso está ocorrendo em um bom momento econômico para o Brasil e para Israel, ao contrário da situação econômica mundial atual", afirma Eldad.

Fonte: O Povo

 
 
 
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