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Pedidos de falência cresceram 8,6% no 1º trimestre de 2012
 
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Dados da consultoria Boa Vista mostram que o número de pedidos de falência no primeiro trimestre de 2012 foi 8,6% maior do que no mesmo período de 2011. É a primeira vez em cinco anos que os números do primeiro trimestre do ano superam os números do mesmo período do ano anterior. O maior crescimento foi no setor de serviços (11,6%), seguido da indústria (9,8%) e do comércio (4,8%). 


As falências requeridas em março deste ano foram 8,3% menores do que os pedidos do mesmo mês de 2011. Comparado a fevereiro de 2012, o percentual de requerimentos foi também 8,3% menor.

 

As falências decretadas, por sua vez, recuaram 10,0% no primeiro trimestre do ano ante o mesmo período de 2011. Sobre março de 2011, houve aumento de 22,6% no número de falências decretadas, e, comparado com fevereiro de 2012, o aumento foi de 41,3%.  No período acumulado do trimestre contra trimestre dos anos anteriores, o número de falências decretadas continua em queda.


 
Os pedidos de recuperação judicial e o deferimento dos pedidos de recuperação cresceram fortemente no primeiro trimestre de 2012 na comparação com 2011. Nos últimos dois anos os números vinham diminuindo no mesmo padrão de comparação (1º. Trimestre/1º trimestre). A tabela 1 resume os dados.


 
O ano de 2011 terminou com um número de falências requeridas e decretadas inferiores aos de 2010, assim como os requerimentos de recuperação judicial.


O primeiro trimestre de 2012 reverteu a tendência de queda nos pedidos de falência dos últimos anos. Mesmo com elevação da inadimplência de consumidores e empresas ao longo de 2011, notamos pouco efeito sobre os indicadores de solvência das empresas naquele ano. O cenário favorável do mercado de trabalho, mantendo a demanda interna aquecida, com boas condições de renda, emprego e crédito, manteve o consumo em alta, apesar do recuo da atividade econômica nos últimos meses. Novas medidas de apoio à indústria e a redução nas taxas de juros podem colaborar para a geração de caixa das empresas e aliviarem os efeitos recentes.

 

Fonte: InvesteNE

 
 
 
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