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Indústria cearense mantém recuperação em fevereiro
 
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Segundo o Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi), órgão da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a indústria cearense apresentou, em fevereiro, resultados positivos em cinco das seis variáveis pesquisadas. A variável vendas totais, por exemplo, acumulou expansão de 5,40%, enquanto as exportações industriais cresceram 6,50% e o índice de utilização da capacidade instalada alcançou 85,04%, valor mais alto da série histórica para o mês de fevereiro.


Em relação ao mesmo período de 2011, as vendas totais apresentaram expansão real de 2,69%, "demonstrando nítida divisão de tendências, ou seja, enquanto os setores químico, produtos alimentares e vestuário apresentaram taxas de expansão superiores a 10%, os setores de metalurgia, têxtil e minerais não metálicos sofreram retrações substanciais", destaca Pedro Jorge Viana, coordenador da Unidade de Economia e Estatística do Indi.


As exportações cearenses de produtos industrializados, em fevereiro, alcançaram US$ 75,51 milhões, decréscimo de 8,96% em janeiro. Por outro lado, quando comparado ao valor exportado no primeiro bimestre de 2011, contra igual período do ano anterior, a expansão foi de 6,50%. Com o resultado, a participação da indústria no total exportado elevou-se de 69,6%, no primeiro bimestre de 2011, para 72,1%, em 2012.


Na variável pessoal total empregado, em fevereiro de 2012, a indústria cearense apresentou decréscimo de 4,23% em comparação a  fevereiro de 2011. "O comportamento dessa variável apresenta alguns meses de defasagem, de modo que a elevação nas vendas só gerará contratações caso seja mantida nos próximos meses", diz Pedro Jorge. A redução no número de industriários ocorreu em quatro setores: calçados (- 10,97%), minerais não metálicos (- 8,29%), têxtil (- 5,62%) e vestuário (- 2,53%).


As horas trabalhadas, por sua vez, registraram elevação de 4,84% em relação a fevereiro do ano anterior, com maior intensidade nos setores químico e vestuário. Já a massa salarial real apresentou decréscimo real de 0,31%, destacando-se as retrações ocorridas nos setores de minerais não metálicos, calçados e têxtil. A utilização da capacidade instalada registrou expansão em fevereiro, sendo superior aos índices obtidos em janeiro (80,02%) e fevereiro de 2011 (82,89%).

 

Fonte: InvestNE

 
 
 
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