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Usiminas e Gerdau descartam interesse em fatia da CSA
 
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Nenhuma fabricante brasileira de aço quer ficar com a fatia da alemã ThyssenKrupp na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA). Pelo menos essa foi a sinalização de representantes da Gerdau e da Usiminas presentes ontem no primeiro dia do Rio Investors Day.

A CSN, por sua vez, não descartou nem confirmou seu interesse em relação ao ativo.

Semana passada, aThyssenKrupp confirmou que venderá sua participação de 73% na CSA e também uma siderúrgica no Alabama (EUA). A Vale, dona dos 27% restantes da CSA, não quer ficar com a participação da empresa alemã, disse na semana passada Murilo Ferreira, presidente da mineradora.

Para a Gerdau o negócio não interessa porque, de acordo com o diretor financeiro da companhia, Harley Lorentz Scardoelli, a compahia gaúcha está concentrada em seu crescimento orgânico.

O plano de investimento na siderúrgica nos próximos cinco anos é de R$ 10 bilhões. "Estamos com o nosso prato muito cheio e concentrados em nossos projetos, em nossas operações em curso", disse.

Também desinteressada na CSA, a Usiminas está mais preocupada em gerar resultado do investimento de R$ 14 bilhões realizado nos últimos quatro anos pela companhia, considerado o mais importante da história da empresa.

"A CSA não está no radar da companhia", declarou Ronald Seckelmann, diretor financeiro da Usiminas.

O único a não ser assertivo sobre a CSA foi o diretor de relações com investidores da CSN, David Salama. "O cenário nos próximos anos é de concorrência mais forte no mercado siderúrgico, muito por conta de capacidade de investimento", desconversou o executivo. 

Investimento alto

Para o analista da Goldman Sachs, Marcelo Aguiar, uma série de problemas desencorajam os possíveis interessados em ficar com a participação da ThyssenKrupp na CSA.

Entre eles, estão os pesados investimentos na siderúgica - de ? 5 bilhões -, os problemas enfrentados em sua implantação - desde a licença ambiental até a construção. Além disso, um contrato de fornecimento de minério de ferro, de 10 anos, com a Vale, também afugenta eventuais candidatos.

"Por um lado, pode não ser interessante, por vários aspectos, adquirir a parte da ThyssenKrupp na CSA. Por outro, o ativo pode gerar um grande interesse de uma companhia chinesa. Dessa forma, o Brasil corre o risco de ter um novo competidor na siderurgia", afirmou o analista.

Fonte: Brasil Econômico

 
 
 
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