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Mercados devem operar de olho na Europa
 
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As bolsas mundiais devem cair com notícias da Europa. Além disso, as declarações negativas do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) devem influenciar pregão.

Na Ásia, as bolsas fecharam em queda. Com isso, a bolsa de Tóquio encerrou a sessão de sexta-feira em baixa de 2,09%. O índice Nikkei perdeu 180,46 pontos, a 8.459,26 unidades assimilando o corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros feito pelo Banco Central da China. Numa decisão-surpresa para estimular o brando crescimento econômico do país, foi a primeira redução da taxa desde o período mais duro da crise financeira de 2008/09. A nova taxa, de 6,31%, entra em vigor a partir de 8 de junho.

Além disso, as declarações do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, dizendo que o crescimento econômico do país deverá continuar num "ritmo moderado nos próximos trimestres" contribuiu para a cautela dos investidores mundiais.

Já no Japão, o crescimento no primeiro trimestre foi maior do que anunciado inicialmente, a 1,2% em ritmo trimestral, mas a crise europeia e as incertezas que pesam sobre o consumo aumentam o temor de uma desaceleração.

Já no ambiente europeu, os dados da agenda vieram divergentes. Com isso, a economia grega registrou no primeiro trimestre do ano uma contração de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2011, segundo dados oficiais revisados, que agravam a primeira estimativa de queda de 6,2%. O Produto Interno Bruto (PIB) da Grécia, país que sofre o quinto ano consecutivo de recessão, recuou 7,5% no quarto trimestre de 2011.

Em comparação na Alemanha, o Banco Central, o Bundesbank, elevou nesta sexta-feira a previsão de crescimento do PIB o país em 2012 para 1%, contra 0,6% anteriormente, mas reduziu a previsão para 2013 a 1,6% (contra 1,8%).

E o saldo comercial da Alemanha reduziu o superávit em abril, segundo o instituto federal de estatísticas Destatis. Com isso, as exportações no período chegaram a ? 90 bilhões, uma queda de 1,7% na comparação com março, enquanto as importações diminuíram 4,8%, a ? 73,9 bilhões.

Na Espanha a crise no setor bancário continua. Com isso, duas caixas de poupança espanholas atualmente sob intervenção do Estado, a CatalunyaCaixa e a Novagalicia, precisarão de ? 9 bilhões de dinheiro público para superar as dificuldades, informou a imprensa do país.

Há pouco, o CAC-40, de Paris, registrava queda de 0,92%, aos 3.042 pontos. E o DAX, de Frankfurt, desvalorizava 0,88%, aos 6.090 pontos. E o índice FTSE-100, de Londres, tinha perdas de 0,91% aos 5.397 pontos.  

Em Wall Street, os agentes também avaliam as declarações negativas de Bernanke e aguardam a divulgação dos estoques no atacado de abril. E os índices futuros apontam para abertura mista das bolsas.

Por aqui, após o feriado nacional de Corpus Christi, o Ibovespa, deverá seguir em linha com o mercado externo.

Já na agenda doméstica, as atenções se voltam à divulgação da Ata do Comitê de Política Monetária (Copom) que deve sair ainda esta manhã.


No mercado de câmbio, as principais moedas do mundo devem perder valor em relação ao dólar.

Fonte: Agência IN

 
 
 
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